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Presidente do Corinthians relembrou 2010 e viu relação mantida com a CBF após segurar Tite no clube Foto: Terra
Presidente do Corinthians relembrou 2010 e viu relação mantida com a CBF após segurar Tite no clube

A conturbada saída de Andrés Sanchez da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) complicou a relação do Corinthians com a entidade. O ex-presidente ainda é muito ligado à diretoria atual do clube paulista, motivo pelo qual José Maria Marin, dirigente maior da CBF, desistiu de chefiar a delegação alvinegra no Japão.
Segundo Mário Gobbi, não há problemas. O presidente do Corinthians disse ter entendido a justificativa de Marin, que está no Japão como membro da delegação da Fifa, e revelou um convite para chefiar a Seleção no amistoso de fevereiro, contra a Inglaterra, em Londres.
"Quando voltarmos ao Brasil, com muita calma, vou ver isso. Não sei, vou pensar. Minha vida parou por causa do Mundial", disse o cartola do Timão, em entrevista à rádio Estadão/ESPN.
Assim que o técnico Mano Menezes foi demitido da Seleção - um dos motivos da saída de Andrés -, o Corinthians avisou que não liberaria Tite de jeito nenhum. Felipão acabou assumindo o cargo, o que, segundo Gobbi, também não atrapalhou a relação com a CBF.
"O Marin sabe que, como presidente do Corinthians, eu tenho que defender os interesses do Corinthians, doa a quem doer. O que eu disse foi: em 2010, demos o Campeonato Brasileiro à CBF, abrindo mão do nosso técnico, que estava em primeiro lugar. Não seria justo, às portas do Mundial, acontecer de novo", explicou o presidente do clube do Parque São Jorge.

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